A Short Review on African Horticultural Greenhouses
Resumo
A horticultura em África representa uma das mais lucrativas actividades do sector agrícola enos últimos
anos tem beneficiado largamente da expansão das áreas de produção em ambiente controlando através
de estufas. Estas estufas ajudaram a aumentar de forma significativa a produtividade e renda por conta da
optimização das condições de produção evitando o ataque pragas e doenças comuns e que
depreciam a qualidade da colheita em camposabertos. Com o objectivo de estudar as características da
produção de hortícolas em ambiente controlado, o progresso alcançado e faturas perspectivas para
África, o presente estudo foiconduzido. Publicações sobre o assunto foram buscadas online no Scilit
usando os termos "África", "horticultura" e "estufa". Identificadas as publicações, foi feita a meta-análise
da literatura primária publicada com recurso ao ATLAS.ti, um software estatístico largamente usado
pata análise qualitativa e quantitativa de dados. Os resultados mostraram que veio ajudar amelhorar o
potencial productivo especialmente em climas desfavoráveis, como territórios semi-desérticos e semi-
áridos. As explorações hortícolas em africanas ganham anualmente
cerca de US $ 2,7 bilhões, principalmente exportando para a
Europa. O Kenya absorbe cerca de 63 % desta rendasegui-do pela
África do Sul, Tanzânia, Etiópia e Uganda. Em grandes
explorações comerciais, estufas com custos que rondam os US
$ 2.000 são usadas. Aos pequenos produtores cabem
alternativamente os túneis altos. As principais commodities
exportadas são flores, vegetais, sementes e especiarias. Baixos
salários e largas horas de trabalho são um dos principais
constrangimentos trabalhistas identificados neste sector que está
também abraços a conflitos de extração excessiva de água
dos rios. A irrigação por gota-a-gota, armazenamento de água
durante a época chuvosa são algumas das alternativas usadas
para reduzir o consumo de água e conflitos associados. É
provável que as estufas para horticultura se expandam
substancialmente em breve, mas há uma necessidade de abordar
as questõesde mão-de-obra e a escassez de água.